Fontes:
http://cidadesdobrasil.com.br/cgi-cn/news.cgi?cl=099105100097100101098114&arecod=26&newcod=115
http://pt.wikipedia.org/wiki/Royalty
Curta a nossa página: http://www.facebook.com/pages/Se-o-povo-soubesse/603459936337390
@seopovosoubesse
Entenda os royalties
Primeiramente vamos entender o que é Royalty.
É uma palavra inglesa derivada da palavra "royal",
que significa “ aquilo que pertence ao Chefe de Estado, ou é relativo ao rei,
monarca ou nobre Inventor, que se encontra sob a guarda do rei para o bem do
Estado, por ser de real interesse deste e da Nação", podendo ser usada
também para se referir à realeza ou nobreza.
Na antiguidade, royalties eram os valores pagos por
terceiros ao rei ou nobre, como compensação pela extração de recursos naturais
existentes em suas terras, como madeira, água, recursos minerais ou outros
recursos naturais, incluindo, muitas vezes, a caça e pesca, ou ainda, pelo uso
de bens de propriedade do rei, como pontes ou moinhos.
Na atualidade, royalty é o termo utilizado para designar a
importância paga ao detentor ou proprietário ou um território, recurso natural,
produto, marca, patente de produto, processo de produção, ou obra original,
pelos direitos de exploração, uso, distribuição ou comercialização do referido
produto ou tecnologia. Os detentores ou proprietários recebem porcentagens
geralmente pré-fixadas das vendas finais ou dos lucros obtidos por aquele que
extrai o recurso natural, ou fabrica e comercializa um produto ou tecnologia,
assim como o concurso de suas marcas ou dos lucros obtidos com essas operações.
O proprietário em questão pode ser uma pessoa física, uma empresa ou o próprio
Estado.
Royalties são, atualmente, a cobrança de impostos da
extração de um recurso natural de uma determinada região.
Atualidade
Atualmente os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e
Espírito Santo já detêm Royalties pela extração do Petróleo.
Com isso estes estados já recebem e mantêm em seu orçamento
(pagamento de funcionários, saúde, educação e obras públicas) o uso desta
verba.
Porque desta Briga?
O projeto de Lei nº 5.938 inicialmente obriga a novos
contratos dividirem estes Royalties com os demais estados que não participam
desta atividade.
Mas o Governo foi além, não só quer que os novos contratos
dividam este valor como também querem que os já em andamento passem a ser
divididos.
Uma curiosidade: qual o real destino do Royalty?
Ele deveria ser usado para sanar qualquer dano ambiental na
extração do Petróleo, desenvolvimento de tecnologias renováveis e melhoria da
extração, de forma a diminuir o impacto ambiental.
Mas espera aí, se é para isso, porque ele é usado no
orçamento de pagamento das contas do Estado?
Sinceramente, ninguém sabe.
Dizer que qualquer estado vai à falência por falta de
Royalty é o mesmo que confirmar a incompetência no controle do orçamento
público.
Quanto mais o Estado recebe, mais conta ele arruma. Só no
nosso Brasil mesmo.
Se os estados continuarem com os Royalties ou se eles forem
divididos, este assunto só nos mostrou o quanto eles estão mal orçados e a
beira da falência.
Seja com ou sem eles, o estado deve saber administrar seus
bens de forma consciente e não ficar dependente de rendas que não venham só
dele (IPTU, IPVA, PIS, COFINS, INSS, CSLL, ICMS, IPI e etc).
Pensem bem: se hoje a Petrobrás descobre que o Petróleo
acabou e não tem mais extração, não tem Royalty para ninguém e os estados vão à
falência de novo.
#Royalties, #Petróleo, #Petrobrás, # Royalty, #Estado,
#Extração, #SãoPaulo, #EspíritoSanto, #RiodeJaneiro
Nenhum comentário:
Postar um comentário